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Esta subpágina consiste em apresentar os retratos de Kitarō, personagem que ao longo das adaptações teve mudanças em sua personalidade e aparência física.

Mangá

Hakaba Kitarō

Shōnen Magazine

Guerra do Vietnã

Batalha com Satã

Tour Fantasma Mundial

Final de 1970

Shōnen Magazine

Década de 1980

Guerra com o Império Mu

Anime

1ª e 2ª Série

Kitaro no anime de 1968
Kitaro no anime de 1971

Ele é basicamente o mesmo personagem do mangá, com mais ênfase em seu senso de justiça. O primeiro anime também deu a ele uma personalidade mais infantil, enquanto o segundo o tornou um pouco mais maduro.

3ª Série

O senso de justiça e a personalidade apaixonada de Kitarō estão mais fortes. Sua fraqueza por garotas bonitas também é estabelecida aqui. Comparado com o resto da franquia, ele é muito mais ativo, com apenas fragmentos de sua personalidade mais calma e melancólica do mangá. Embora ele deseje muito a coexistência entre humanos e yōkai, ele pode lidar com punições muito severas, como quando ele atacou Yamada repetidamente por transformá-lo no Dai Kaijū.

4ª Série

Por causa do estilo mais descontraído dessa adaptação, ele é muito mais calmo e tem um lado "seco". Por causa disso, há mais casos em que ele perdoa um yōkai sem derrotá-lo. Ele também não tem mais uma fraqueza por garotas bonitas e, em vez disso, é mais gentil. Ele geralmente fica calmo mesmo quando está irritado, mas tem alguns momentos em que reage mais violentamente, como quando ele atacou Wanyūdō com um cano de chumbo por ter transformado Neko-Musume em um diamante e comer sua alma[1] e quando ele atacou Genzō Furunoguni por falar mau de Anagura-Nyūdō depois que ele se sacrificou para salvar os seres humanos[2]. No entanto, ele ainda protagoniza momentos ocasionais de comédia.

5ª Série

Representado agora como um menino eternamente jovem, Kitarō ainda tem um senso de justiça e um lado infantil, no entanto, agora é mais cínico. Em contraste com as adaptações anteriores do anime, seu desejo de que os humanos e os yōkai coexistam é significativamente mais fraco e ele está mais disposto a punir os humanos que cometem atos perversos, especialmente se há crianças envolvidas. No entanto, ele ainda vive momentos cômicos. Sua fraqueza por garotas bonitas também é revivida. Quando Gorgon não conseguiu absorver o mal da alma de Kitarō, Konaki-Jijii afirmou que Kitarō possuía "um coração que não se inclina para o bem ou para o mal". Um flashback no episódio 85 revelou que, quando criança, seu poder de yōkai era tão selvagem que destruiu uma aldeia inteira. Ele foi elogiado por Aobōzue e daquele momento em diante olhou para o mesmo como um irmão mais velho, até mesmo chamando-o de "Ao-niisan" (蒼兄さん, Grande Irmão Ao).

6º anime

No sexto anime ele tem uma personalidade distante e contundente, raramente altera suas expressões faciais. Além do anime Hakaba, esta é a primeira série em que é mencionado que ele foi criado por Mizuki e é afirmado que ele ajuda os humanos a retribuir o favor. Fora isso, ele é apresentado como sendo bastante frio e anti-social para com os humanos. Sob a opinião de que não é bom para os humanos a exposição excessiva com os yōkai, ele tenta ao máximo evitar o mundo humano o máximo possível. No entanto, como no quinto anime, ele está disposto a punir humanos perversos por seus crimes, como quando ele enganou o fantasma de um chefe de empresa, que regularmente abusava e intimidava seus funcionários até cometer suicídio, no trem fantasma para o Inferno.

Filmes

Referências

  1. Anime de 1996, Episódio 5
  2. Anime de 1996, Episódio 107
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